sábado, 14 de maio de 2011

Não sei como é o amor. Não sei como amar...

Há praticamente uma década o amor bateu em minha porta. E, pela primeira vez, deixei o amor entrar. Com medo, claro. Receios e dúvidas. O novo sempre desperta os mais belos e loucos sentimentos que, aflorados pelo amor, te levam ao êxtase. Quer coisa melhor?

O primeiro amor é sempre, ou quase, pleno. É entrega mútua . Talvez seja delivery gratuito de uma das partes; Talvez seja os 10% pelo serviço vindo da outra. Tudo depende. Depende do comprometimento, lealdade, confiança – e todas aquelas balelas do amor. Afinal, o que é o amor? Afinal, quantas vezes podemos amar durante uma vida?

Sendo complexa, podemos amar inúmeras vezes durante uma vida. Amar platônicamente, amar descontrolavelmente,amar pacificamente, amar à distância, amar a presença, amar a saudade, amar. E, existe o amor mútuo e pleno, mais uma vez. Aquele que todos procuram. Uma espécie de alma gêmea do sentimentalismo onde toda forma de amor é válida.

Toda forma de amar e toda fórmula para o amor envolve, além do nosso fantástico eu, egocentrico ou não, o próximo. E, é geralmente no próximo que se confonta a idéia de amor.

‘Será que eu te amo mais do que você me ama?’

- De onde você tirou isso?

‘Não sei. Mas será ?’

Como já dizia Rita, amor é novela; Amor é Cristão; Amor é divino; Amor é bossa nova; o amor vem de nós e demora. A questão é, depois do primeiro grande amor, depois da primeira grande decepção, o que fazer para deixar esse sentimento perdurar com outro no seu coração?

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